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Perguntas frequentes

Respostas diretas, sem letra miúda.

A regra da casa vale aqui também: número antes de adjetivo, e nenhuma promessa que a Lei 14.300 desminta. Se a sua dúvida não estiver aqui, peça sua proposta e pergunte à vontade.

Economia e conta de luz

A minha conta de luz vai zerar?

Não — e desconfie de quem promete isso. Três valores permanecem na fatura de qualquer sistema conectado à rede: o custo de disponibilidade (um mínimo de 30, 50 ou 100 kWh conforme sua ligação ser mono, bi ou trifásica), a iluminação pública (CIP) e uma fração crescente do Fio B sobre a energia compensada.

O que a energia solar faz é derrubar a conta para perto desse mínimo. Na proposta da Solviva esse valor residual vem escrito, linha por linha — antes de você assinar.

O que é esse tal de Fio B?

É a parte da tarifa que paga o uso da rede de distribuição. Desde a Lei 14.300/2022, quem gera a própria energia paga uma fração do Fio B sobre a energia que envia à rede e compensa depois: 60% em 2026, 75% em 2027, 90% em 2028 — e, a partir de 2029, vale a regra definitiva da ANEEL.

Tradução prática: a regra piora todo ano. Quem conecta antes, paga menos pelo mesmo sol. Não é pressão de vendedor — está no calendário da lei.

Quanto vou economizar de verdade?

Depende do seu consumo, da sua ligação e do seu telhado — por isso não publicamos percentuais mágicos. Como referência, sistemas bem dimensionados na nossa região costumam deixar a conta próxima do mínimo obrigatório.

Use o simulador para uma estimativa em 30 segundos, e peça a proposta para o número calculado sobre as suas faturas reais.

E quando chove ou fica nublado? E à noite?

Em dia nublado o sistema gera menos; à noite, não gera. Mas você não fica sem luz: o imóvel continua conectado à rede, que funciona como uma "bateria virtual". O excedente que você injeta nos dias bons vira crédito válido por 60 meses e cobre o consumo dos dias ruins.

No Planalto Central isso joga a nosso favor: o céu de seca (maio a setembro) é um dos melhores do país para gerar.

Investimento e retorno

Em quanto tempo o sistema se paga?

Nos projetos que dimensionamos na região, a estimativa típica fica em torno de 2 a 3 anos — considerando reajuste anual de tarifa, a degradação natural dos módulos (0,5% ao ano) e o escalonamento do Fio B, fatores que muitos simuladores ignoram. Depois disso, é economia líquida pela vida útil do sistema, de 25 anos ou mais.

O número exato sai da sua fatura, não de média de mercado.

Posso financiar? A parcela cabe na economia?

Sim — a maioria dos nossos clientes financia. Em muitos casos a economia mensal supera a parcela desde o primeiro mês: você troca uma conta que sobe todo ano por uma parcela fixa que um dia acaba.

Sendo honestos: a aprovação e a taxa dependem da análise de crédito da instituição financeira, conforme seu perfil. A Solviva simula os cenários com você, sem garantir aprovação — porque ninguém sério pode garantir.

Energia solar valoriza o imóvel?

Sim. Um sistema fotovoltaico é uma benfeitoria com vida útil de décadas que reduz o custo fixo de quem morar ali. Se você vender o imóvel, o sistema vai junto — e a documentação completa que entregamos (projeto, ART, homologação) facilita a transferência da titularidade na distribuidora.

Vale a pena esperar os equipamentos baratearem?

O preço dos equipamentos caiu muito na última década, mas dois relógios correm contra a espera: cada mês parado é uma conta cheia paga, e o Fio B sobe todo ano até 2029. Na prática, o custo da espera costuma superar qualquer queda futura de preço. A conta certa é comparar o retorno de instalar agora com o de esperar — e é exatamente isso que mostramos na proposta.

Projeto e instalação

Como sei quantas placas eu preciso?

Você não precisa saber — essa conta é nossa, e ela não sai de tabela de metro quadrado. O dimensionamento parte das suas últimas 12 faturas (para capturar as estações do ano) e da visita técnica ao telhado: orientação, sombreamento, estrutura. O projeto sai com ART de engenharia registrada no CREA.

Meu telhado serve? E se eu morar em prédio?

Cerâmico, metálico, fibrocimento ou laje: todos recebem sistema, cada um com a estrutura de fixação adequada. No Entorno rural, o fibrocimento do galpão é nosso velho conhecido.

Em prédios e condomínios, o caminho comum é o sistema nas áreas comuns (cobertura ou estacionamento) reduzindo o condomínio, ou a geração compartilhada entre unidades. Exige aprovação em assembleia — e a gente participa dela com você, com projeto e números na mão.

Quanto tempo demora da assinatura até gerar energia?

A instalação física costuma levar 1 a 3 dias e não exige que você saia de casa nem que o comércio feche. Depois vem a etapa que ninguém te conta: a homologação na distribuidora — vistoria e troca do medidor por um bidirecional. O prazo é dela, não nosso; o nosso compromisso é acompanhar cada etapa e te avisar antes de você precisar perguntar.

O que é homologação e por que importa?

É a autorização da distribuidora para o seu sistema operar conectado à rede e gerar créditos. Envolve projeto aprovado, vistoria e a troca do medidor. É onde boa parte do mercado tropeça — sistema instalado no telhado que fica semanas sem poder ligar. Por isso tratamos a homologação como parte do produto, com acompanhamento ativo até o crédito aparecer na sua fatura.

Depois da instalação

Que manutenção o sistema exige?

Pouca — mas não zero, e quem promete "zero manutenção" está exagerando. O essencial é a limpeza dos módulos: aqui no Cerrado, a poeira da seca (agosto, principalmente) derruba a geração de forma mensurável. Também é bom inspecionar conexões e estruturas periodicamente.

No pós-venda Solviva, a limpeza da estação seca e a inspeção fazem parte do cuidado — não são venda extra.

Como sei se o sistema está gerando o que deveria?

Você acompanha pelo aplicativo do inversor — e a gente acompanha junto. Com o monitoramento ativo, se a sua geração cair, você fica sabendo pela Solviva, antes de perceber na fatura. Todo mês, um relatório simples mostra o gerado × previsto.

Quais são as garantias?

Em linhas gerais no mercado: módulos com 10–15 anos de garantia de produto e 25–30 anos de garantia de geração; inversores com 5–10 anos; estruturas com até 20 anos; e a instalação com garantia própria da Solviva. Os prazos exatos de cada equipamento vêm discriminados na proposta — em página própria, não em rodapé.

E se eu me mudar? E se a Solviva sumir?

Se você se mudar dentro da mesma área da distribuidora, os créditos podem ser transferidos para a nova unidade consumidora no seu nome; se vender o imóvel, o sistema valoriza a venda e a titularidade é transferida.

Quanto a "sumir": essa é a pergunta certa a se fazer para qualquer empresa do setor — e é exatamente o motivo do nosso nome de campanha, Sol que fica. Contrato com CNPJ, projeto com ART, garantias documentadas e monitoramento contínuo: tudo desenhado para a relação durar os 25 anos do sistema.